Reunião Plenária 18 de setembro 2025
Fotos: @ms_fotografias
Postado em 18 de Setembro de 2025 por Rotary Club do Recife
Club do
Recife
Reunião Plenária 18 de setembro 2025
Fotos: @ms_fotografias
Postado em 18 de Setembro de 2025 por Rotary Club do Recife
Palestra “Por que Criar um Clube de Rotary” – com o companheiro José de Miranda Esteves – Governador D4500, Gestão 2023/2024.
Em mais uma reunião de enriquecimento rotário, tivemos a honra de receber o companheiro José de Miranda Esteves, que conduziu uma palestra instigante e inspiradora com o tema: "Por que Criar um Clube de Rotary?" Durante sua apresentação, José de Miranda destacou a importância de expandir nosso alcance, aumentar o número de associados no Distrito e colaborar para que o Brasil atinja a meta de 60.000 rotarianos até 30 de junho de 2026. A criação de novos clubes não apenas fortalece o Rotary como organização, mas também amplia significativamente o impacto de nossas ações sociais nas comunidades. O palestrante também apresentou os diferentes tipos de clubes, como Interact, Rotaract, Rotary Club tradicional, Clubes Satélites, Corporativos, Temáticos e Inovadores/Online, mostrando a diversidade de formatos e perfis que o Rotary pode abraçar para alcançar novos públicos e realidades. Para os interessados em fundar um novo clube, José de Miranda explicou os primeiros passos essenciais: escolher um local e um clube padrinho, encontrar uma liderança comprometida, identificar instituições parceiras e receber indicações de nomes potenciais para novos associados. Ressaltou ainda a importância do acompanhamento contínuo após a instalação do novo clube, garantindo sua consolidação e crescimento. Finalizamos a reunião com a certeza de que fomentar a criação de novos clubes é um passo estratégico para o fortalecimento do Rotary. AGRADECIMENTO Nosso sincero agradecimento ao companheiro José de Miranda Esteves, cuja experiência, clareza e paixão pelo Rotary nos inspiram a ir além. Sua presença foi mais do que uma palestra, foi uma verdadeira aula de liderança e visão rotária.
Postado em 16 de Setembro de 2025 por Rotary Club do Recife
Boletim 09 - Gestão 2025/2026
Postado em 11 de Setembro de 2025 por Rotary Club do Recife
Reunião Plenária 11 de setembro 2025
Fotos: @ms_fotografias
Postado em 11 de Setembro de 2025 por Rotary Club do Recife
Confira os destaques do DQA no Brasil em 2024-2025
Distrito 4660 conquista o Troféu Paulo Viriato Corrêa da Costa e celebra protagonismo no Rotary brasileiro A manhã de sábado no 48º Instituto Rotary do Brasil foi marcada por emoção, reconhecimento e orgulho rotário. Durante a plenária, o Distrito 4660 (RS), sob a liderança da governadora Geisa Rodrigues Viana, conquistou o prestigiado Troféu Paulo Viriato Corrêa da Costa, honraria máxima do Quadro Associativo, após registrar o maior crescimento absoluto de associados em todo o Brasil (+241) no período de 1º de julho de 2024 a 30 de junho de 2025. O prêmio, que leva o nome de uma das maiores referências do Rotary no país e no mundo, não simboliza apenas números, mas a força mobilizadora e o legado de compromisso com a expansão e fortalecimento da organização. Além da conquista do Troféu, o Distrito 4660 brilhou em outras categorias, alcançando também o 1º lugar em expansão de clubes (+5) e o 2º lugar no crescimento percentual (+12,8%). Os resultados consolidam a Região 31 como um polo de vitalidade e inovação dentro do Rotary brasileiro. O evento destacou ainda outros distritos de grande desempenho, como o Distrito 4760 (MG), que obteve o 2º lugar em crescimento absoluto (+221), e o Distrito 4710 (PR), que liderou em crescimento percentual com 13,26%. Já o Distrito 4640 (PR) foi reconhecido como o maior do Brasil em número de rotarianos (3.210) e clubes (107), confirmando a pujança do Paraná no cenário rotário nacional. A plenária evidenciou o trabalho integrado das coordenações do Quadro Associativo das Regiões 29 e 31, lideradas por Anne Gomes, Vera Bertagnoli e Gedson Bersanete, que reforçaram a importância da união de esforços para que a magia pudesse acontecer. A entrega do Troféu Paulo Viriato Corrêa da Costa em Maringá não foi apenas uma premiação: foi a celebração da força do Rotary no Brasil, da dedicação dos seus líderes e da confiança renovada no futuro da instituição. Confira a celebração completa: Crescimento Absoluto O Troféu Paulo Viriato coroou o trabalho do Distrito 4660 (RS), liderado pela governadora Geisa Rodrigues Viana. 🥇 1º lugar – Distrito 4660 (RS): +241 associados (Região 31) 🥈 2º lugar – Distrito 4760 (MG): +221 associados (Região 29), governador Ronei Alves da Silva 🥉 3º lugar – Distrito 4770 (GO, MG, MT): +159 associados (Região 29), governadora Marilene G. de Rezende Expansão de Clubes O crescimento não se limitou a associados. Dois distritos dividiram o topo da premiação ao abrirem 5 novos clubes cada. 🥇 Distrito 4660 (RS) – governadora Geisa Rodrigues Viana 🥇 Distrito 4700 (RS) – governadora Ana Cristina Baggio Crescimento Percentual A força de expansão também se refletiu proporcionalmente, com resultados expressivos em diversos estados. 🥇 Distrito 4710 (PR) – governador Renato R. Egea (+13,26%) 🥈 Distrito 4660 (RS) – governadora Geisa Rodrigues Viana (+12,8%) 🥉 Distrito 4700 (RS) – governadora Ana Cristina Baggio (+8,2%) Maior Distrito do Brasil O reconhecimento final coube ao Distrito 4640 (PR), onde o nosso atual diretor César Luiz Scherer foi governador em 2009-10 e a coordenadora Anne em 2022-23, que se destacou como o maior do país em número de rotarianos (3.210), média de rotarianos por clube (30,10%) e total de clubes (107), sob a liderança do governador Luiz Carlos Alves de Oliveira. Os resultados refletem o esforço conjunto das coordenações do Quadro Associativo nas Regiões 29 e 31, sob a liderança de Anne Gomes, Vera Bertagnoli e Gedson Bersanete. A mensagem central foi clara: o crescimento não é apenas numérico, mas um símbolo do vigor e da relevância do Rotary no Brasil. "O BRASIL FOI O ÚNICO PAÍS DO MUNDO A CRESCER E RETER +1.000 ROTARIANOS NO ÚLTIMO ANO ROTÁRIO" Brian King, Diretor Global do Quadro Associativo do Staff do Rotary International Região 29 – Coordenação: Vera Bertagnoli Anderson Andrade Jusselino Almeida Luiz Lima Paulo Simões René R. da Cruz Sandra Gonçalves Dias Região 31 – Coordenação: Anne Gomes Anne Gomes Erlon Cimardi Israel Ody Luiz Roberto Alvim Maria Alice Bagio Pedro Casadei Renato Tavares Rosane Bortolini
Postado em 08 de Setembro de 2025
Palestra “Folclore Nordestino” – com a companheira Leny Amorim.
Com imensa honra, o Rotary Club do Recife recebeu em sua reunião a companheira Leny Amorim, que proferiu a brilhante palestra “Folclore Nordestino” “Folclore é a cultura do Popular, tornada normativa pela tradição.” – Luís Câmara Cascudo. Folclore é puro. É a arte da nossa gente. É fruto da contribuição das nossas raízes: branco, indígena e afro. Envolve nossos folguedos. Seu maior berço é Pernambuco. A capitania que deu certo. É uma quarta dimensão que flui do meio ambiente da convivência popular. O conteúdo do folclore ultrapassa o 22 de agosto de 1846, quando Willian John Thoms (1803-1885), criou o vocábulo: FOLCLORE. São múltiplas as suas formas de expressão. Fato Folclórico: Toda maneira de pensar, agir e sentir, que expressam a vida do povo. Características: ACEITAÇÃO COLETIVA – o que dá julgar a variantes. Uma história, pode ser contada de várias formas; uma melodia, sofre alterações de letras. É contagiante. Transmissão Oral – Os antigos, não possuíam dos nossos recursos. Era o boca a boca. Ex.: lendas, provérbios, adivinhas, brinquedos de roda, versos populares. O diz me diz. Por que o povo canta? Para adormecer a criança, louvar a Deus, para festejar colheitas, enaltecer o natal, através das pastorinhas, folias de reis. Cantam para sobreviver, aliando as danças, como gestual próprio de cada região. Isto é folclore. A pluralidade dos nordestinos torna possível uma grande diversidade de expressão folclórica. Manifestações Folclóricas: Literatura oral – O modo de falar: oxente, visse, etc. Artesanato popular – Com os nossos grandes mestres- a FENEARTE é um exemplo. E os artistas que se revelam no Brasil inteiro, mostrando o milagre da arte em suas mãos. Imagens de santos, esculturas olarias (peças de barro). Alto do Mouro – maior centro de arte figurativa das Américas UNESCO. Folguedos populares – são danças, altos e brincadeiras infantis, motes, etc. Eles são sempre praticados nas grandes celebrações: carnaval, sábado de aleluia, Natal, festa dos Reis Magos São João. Os folguedos populares são infantis e adultas. Música Folclórica – é toda aquela que canta o sertão ou outra região, costumes e “causos” do povo. Vai da cantiga de ninar, cantiga de roda, aos grandes sucessos musicais de cada povo. Tradição – A força que garante a preservação do folclore. O modo vivo de transmitir os conhecimentos populares. A força que mantém os valores da cultura vivos. Funcionalidade – Tudo que o povo faz, tem força de uma razão e um destino próprio: preservação dos seus traços de vida, região e costumes. Xilogravura – No começo do século passado, apareceu uma literatura de cordel, contando a greve da Estrada de Ferro e as artimanhas de Antônio Silvino. Destacamos: José Martins dos Santos, de Alagoas, autor das Capas e dos Poemas: As leseiras de João Leso, O defunto que falou no dia de finados. Todos editados em Maceió. Expressões do Folclore Nordestino: Frevo – “Pulando na frente das bandas de “musga”: antigo capoeirista do Recife estava, sem querer, criando as bases do “passo”, que é a dança que se dança com o frevo-música e dança coletiva, pois a dança individual é o passo” – Valdemar de Oliveira. É uma dança livre. Cada um procura se expressar, seguindo o ritmo explosivo do frevo, com presença pesada de metias. Blocos – No meio da loucura do frevo rasgado (frevo de rua) surge a nostalgia e romantismo do frevo de bloco, oferece oportunidade às moças e senhoras da classe média (à época) a participarem, formando-os e acrescentando a presença do coral, exemplo: Edgar Moraes. Assim, mencionamos alguns: Batutas da Boa Vista (1920), Madeira do Rosarinho, Banhistas do Pina, Bloco da Saudades, Batuta de São José, entre outros. Ursos – Katarina Real “Viemos da Itália Não trouxemos roupa Trouxemos este urso Enrolado na estopa” “Urso que dinheiro, quem não der, é pirangueiro”. O urso do carnaval, são dois homens: um urso e o domador. É um velho macacão coberto de estopa, agave, ou tira multicores. Sua origem é europeia, há mais de 10 mil anos antes de Cristo, segundo Katarina Real. Papangus – Tradição secular no Agreste, seguindo em 1881. Maracatus – “ O tarol anuncia levemente um esquema rítmico bem simples, rufado e intercalado de pausas. Quase no mesmo instante, o gonguê (agogô) assinala a sua rítmica característica: a seguir, dão estrada as caixas da guerra. Por essa altura, o tarol já passou do esquema inicial às variações. Daí, prosseguem as entradas dos zabumbas: o marcante destaca baques violentos e espaçados: O meião, pouco depois, segue o toque do marcante e , conjuntamente, ressoam os repiques, aumentando enormemente a intensidade do conjunto” – Guerra Peixe – Maracatu do Recife. O tratamento entre eles é de Majestade – numa referência ao status de cada um (originariamente). É uma expressão da cultura Negra que aqui chegou a partir de 1548. A nação de Congos – foi a que mais se destacou, com a proteção do “senhor branco” e o beneplácito da Igreja Católica. Destaques: Nação do Congo, Nação do Elefante, Nação da Estrela Brilhante, Leão Coroado, Cambinda, Estrela e Nação indiana. Violeiros – Uma das mais típicas figuras do folclore brasileiro é o contador da vida. Cavalhada – Para Luiz da Câmara Cascudo, é um desfile e corrida de cavaleiros, jogo de argolinhas. Em Roma, fazia parte dos momentos cívicos e festividades sacras. Ciranda – Lembrando as danças de roda, tão presentes na nossa infância. Dança solidária de mãos dadas vem brincar. É cantada pelo mestre ou mestra. Nasceu nas cidades de Aliança e Nazaré da Mata, chegados à Olinda, plantando-se em Itamaracá. Quem pode esquecer... Lia de Itamaracá? “Data de 1961 o aparecimento da Ciranda, em todas as festas folclóricas do Recife” – Padre Laime Diniz Coco – Com o tirador de Cocos (cantor), que comanda o canto. Sua característica é uma batida de pé, também, pandeiro, ganzá e triângulo fazem o apoio musical. Exemplo: é verde a estrada do amor – Edite Amorim. Mamulengo – “Homem da idade média, quando a igreja valeu-se do teatro de marionetes, para educação religiosa” – Hermilo Borba Filho. Animais – Os animais sempre fizeram parte do nosso folclore: A Ema – Movimentada por um menino debaixo de uma armação, que lembra o animal. A Burrinha – Montada por um Vaqueiro. O cavalo Marinho – “Cavalo Marinho chega para diante, faz uma mesura a essa toda gente. Cavalo Marinho já pode chega, que a dona da casa mandou te chamar” O Boi – Principal figura do folclore popular. “ Levanta-te boi vamos nos imbora que é de madrugada o rompê da aurora” Provérbios: Na terra de cego, quem tem um olho é rei. Quem tem telhado de vidro, não joga pedra no do vizinho. Quem vê a barba do vizinho arder, bota a sua de molho. Casa de ferreiro, espeto de pau. Quem tem filho barbado é gato... entre outros. Figuras Pitorescas do nosso folclore Amolador de facas e tesouras – Empurrando uma roda de bicicleta e disco de esmeril. Culinária – Pirão, carne de sol, vatapá, cuscuz, baião de dois, bolo de macaxeira, etc. Catador de Caranguejos – Encontrado nos manguezais. Tapioqueira - Mulher que vende tapioca nas calçadas dos bairros, feito de goma de mandioca, numa frigideira com receio de coco ralado e outros. Exemplo: Vendedor de picolé, pirulito, cavaco, algodão doce, doce japonês, e o vendedor “vasculhadores”, colheres de pau, rapa coco e grelhas etc. Em Itamaracá – A Associação dos “fuxiqueiros” aprendendo a técnica de Fuxico. Diário de Pernambuco – 25/07/2025 página 07. HOMENAGEM ESPECIAL Edson Moreira da Silva – Em tempo, não podemos terminar este trabalho, sem prestar uma homenagem ao professor historiador, pesquisador, homem de cultura e amigo. Fundador do “Quilombo Real!” em Maceió. Homem a quem o país deve muito de pesquisa e expressão cultural das nossas raízes, enfocando Zumbi dos Palmares. Ao AMIGO Edson Moreira da Silva, que me chamou de “Dandara”, falecido em 02 de setembro 2025. Nossas condolências à família e parabéns pelo legado cultural deixado por ele. CONCLUSÃO Folclore – a nossa riqueza, raízes, razão da nossa luta e orgulho de ser nordestino: nativo, ou de coração. Salve o folclore da nossa gente, da gente boa, do meu Brasil! Obrigada. AGRADECIMENTOS O Rotary Club do Recife manifesta seu sincero agradecimento à companheira Leny Amorim pela brilhante palestra com o tema Folclore Nordestino. Sua exposição não apenas enriqueceu nosso conhecimento, mas também valorizou a cultura da nossa região, despertando reflexões e admiração por nossas raízes.
Postado em 08 de Setembro de 2025 por Rotary Club do Recife
História
Presidentes
Conselho Diretor
Comissões de Trabalho
Mensagem do Presidente
Associados
Intercambiados
Rotary International
Brazil Office
Contato
Política de Privacidade
Junte-se a líderes
Troque Ideias
Entre em Ação
Áreas de Enfoque
Objetivos
Visão
Missão
Valores
Nossos Princípios